Apesar de ainda não ter um lugar nas bancas, a biografia não autorizada da princesa «Máxima», escrita pelos jornalistas argentinos, Gonzalo Álvarez Guerrero e Soledad Ferrari, já está a causar polémica na Holanda.
Os autores terão encontrado um erro no currículo da futura rainha e afirmam que, segundo pesquisas feitas, entre Outubro de 1991 e Setembro de 1993, a mulher do príncipe Guilherme trabalhou na empresa «Mercado Aberto de Buenos Aires», cujo responsável, Aldo Ducler, foi detido, em 1998, por branqueamento de capitais.
No entanto, não foi esta a informação divulgada pela casa real holandesa, que, no site oficial, afirma que a nora da rainha Beatriz colaborou apenas com a empresa enquanto estudava, em 1989 e 1990, na Argentina, de onde é natural.


