A Aministia Internacional e a Associação para o Planeamento da Família apresentaram, esta semana, uma campanha destinada a combater a mutilação genital feminina na Europa.
Anualmente cerca de três milhões de mulheres e meninas são vítimas deste atentado. O Parlamento Europeu estima que na Europa existam mais de 140 mil mulheres em risco.
Intitulado «Fim à Mutilação Genital Feminina – Uma Estratégia para as Instituições da União Europeia» o documento apresentado reúne um conjunto de recomendações dirigidas à União Europeia e foca cinco pontos essenciais: recolha de dados sobre mutilação genital feminina, saúde, violência sobre mulheres e crianças e tornar a mutilação genital feminina um critério de asilo e cooperação para o desenvolvimento.
O documento pretende ainda fazer um retrato real da situação, já que a informação existente é escassa.
Dados da ONU apontam que cerca de 140 milhões de mulheres foram vítimas deste crime, que faz todos os anos cerca de três milhões de vítimas.
O Parlamento Europeu avança ainda que cerca de 500 mil mulheres vivem na Europa e 140 mil estão em risco.


