Os advogados de defesa de Duarte Lima contrariam a sua versão inicial do homicídio de Rosalina Machado, avança o DN.
No pedido de «habeas corpus», já indeferido, pode ler-se que o advogado esteve quase uma hora em Maricá quando, em declarações à polícia, tinha dito que só tinha estado dois minutos.
A 12 de dezembro, cinco dias após a morte de Rosalina Machado, Duarte Lima afirmava num fax enviado à polícia brasileira que esteve em Maricá poucos minutos, facto desmentido pelas multas de trânsito, que davam conta de que teria estado no local cerca de uma hora.
O pedido de «habeas corpus» vem corroborar aquilo que as câmaras de trânsito davam como certo: Duarte Lima esteve «menos de uma hora» naquela localidade.


