«Não há provas de que o duque de Edimburgo tivesse ordenado a execução de Lady Di». A afirmação é do juíz Scott Baker, responsável pela investigação judicial sobre a morte da princesa Diana.
De acordo com o El País, o responsável jurídico afirmou, antes do jurado se retirar para deliberar, que «não há provas» que incriminem o duque de Edimburgo, marido da Rainha Isabel II.
Mohamed Al Fayed acusava o duque de ter ordenado aos serviços de espionagem britânicos MI6 que tivessem morto Lady Di e o seu filho, Dodi Al Fayed.
A investigação fio reatada dez anos depois da morte da «princesa do povo» e apenas pode ser iniciado após o final do processo francês e da investigação da polícia britânica. Em ambos os casos se determinou que a morte da princesa e de Al Fayed se deveu a um acidente, porque o motorista estava bêbado e conduzia demasiado rápido.
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