Simples e natural no dia a dia ou produzida e sofisticada na passadeira vermelha, Rita Pereira não perde a autenticidade e mostra-se sempre fiel a si própria. Foi isso mesmo que demonstrou quando surgiu deslumbrante na gala do 33.º aniversário da TVI, com um look arrojado criado pelo Atelier Fusion, que misturava um vestido preto rendado com muitos acessórios dourados. “Tenho que causar impacto, senão não tem graça!”, assume a atriz, bem-disposta. Mas não se pense que este é o registo mais normal na vida da artista. Pelo contrário, Rita Pereira confessa que é raro perder tempo a produzir-se. “Parece que tenho, mas não tenho paciência para maquilhagem, cabelos, para estar a arranjar-me… Não é uma coisa que goste. Nunca estou maquilhada, nunca estou de saltos altos… No dia a dia, isso não acontece. Isto para mim é um martírio! E se é para ser um martírio, então, tenho que martirizar os outros. [risos] Gostem ou não gostem, não me interessa nada”, diz, divertida. A atriz, de 43 anos, atravessa uma das fases de maior sucesso da carreira, ao interpretar a carismática vilã da novela “Terra Forte”. “A minha Maria de Fátima tem-me dado trabalho, mas tem sido muito gratificante. Tem sido incrível!”, admite. Ao mesmo tempo, vive um momento familiar muito feliz ao lado do companheiro, Guillaume Lalung, e dos dois filhos, Lonô e Lowê, que a deixam encantada por terem uma relação tão cúmplice e carinhosa. “O Lonô é um amor, é o melhor irmão do mundo! Superatencioso e superquerido com ela”, conta. “Ela senta-se em cima da cara dele, faz trinta por uma linha, e ele está sempre lá para a agarrar, para lhe dar beijinhos… Está sempre a dizer que ela é muito fofinha, é muito querido!”, realça Rita. Sobre a experiência de ser mãe de uma rapariga, depois de já ter um rapaz, a atriz afirma que tem sido “muito diferente”, apesar de não saber se será mesmo por uma questão de género. “Ainda não percebi se é por ser menina ou por realmente ter uma personalidade completamente diferente da do Lonô. E também se diz que o segundo filho é completamente diferente, que é muito mais arisco”, refere a artista, acrescentando que a filha “faz mais aquilo que quer do que o Lonô fazia” com a mesma idade.


