Marcelo escolheu Alexandre Farto ( Vhils) para fazer o seu retrato oficial. Constituído por camadas de jornais e revistas nacionais publicados entre 2016 e 2026, escavadas para revelar a imagem em baixo-relevo. É o primeiro retrato oficial da presidência portuguesa que não utiliza a técnica da pintura. Vhils ofereceu o retrato pedindo “que esse valor fosse utilizado para adquirir obras de artistas emergentes”, o que resultou na compra de 14 obras de 11 artistas e coletivos contemporâneos.


