Um ano após o acidente a cavalo na sua propriedade em Gatcombe Park, em junho de 2024, surgem novos detalhes sobre o estado de saúde da Princesa Ana, irmã do Rei Carlos III. Segundo o The Sunday Times, a situação foi “muito mais grave do que se pensava inicialmente”. Na altura, o Palácio de Buckingham anunciou apenas que a princesa tinha sofrido “ferimentos ligeiros e uma concussão”, tendo ficado hospitalizada durante cinco dias “por precaução”. No entanto, fontes próximas da Casa Real revelam agora que o episódio foi bastante mais preocupante. “O acidente foi muito pior do que aquilo que foi divulgado. Demorou algum tempo até a princesa voltar a sentir-se ela própria,” revelou uma fonte à publicação britânica. Aos 74 anos (completará 75 em agosto), a Princesa Real, conhecida pela sua paixão de longa data pela equitação e por ter sido atleta olímpica, confessou que não tem memória do acidente. As lesões foram compatíveis com o impacto de um golpe na cabeça — possivelmente causado pelas patas ou cabeça do cavalo. Em declarações à Press Association durante uma visita à África do Sul, a princesa partilhou um testemunho tocante: “Faz-nos lembrar o quão frágil é a vida. Nunca se sabe… acontece algo e podemos não recuperar. No verão passado, estive muito perto de não estar lúcida. Dizem que devemos viver um dia de cada vez — e é mesmo verdade.” Apesar do susto, a filha da Rainha Isabel II regressou aos deveres oficiais apenas duas semanas após ter tido alta, mantendo-se como o membro mais ativo da família real em 2024, com 474 compromissos registados, de acordo com o Court Circular. Fontes próximas da família revelam ainda que Ana não pensa em reformar-se tão cedo, inspirando-se no falecido pai, o Duque de Edimburgo. “O plano dela é continuar até aos 80, depois abrandar, e só parar por completo aos 90,” adiantou uma fonte ao jornal britânico. A determinação e a dedicação da Princesa Ana continuam a conquistar a admiração do público — provando que, mesmo após um grave acidente, a “trabalhadora incansável” da realeza britânica não tenciona abrandar.


