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Virginia Giuffre, a mulher que acusou o príncipe André de Inglaterra de abuso sexual, suicidou-se aos 40 anos

Virginia Giuffre, a mulher que acusou o príncipe André de Inglaterra de abuso sexual em 2021, morreu aos 40 anos, na sexta-feira, dia 25 de abril,  à noite, vítima de suicídio, após uma longa luta contra as consequências dos abusos e do tráfico sexual de que foi alvo ao longo da vida. Segundo informações divulgadas pela polícia da Austrália Ocidental, Giuffre foi encontrada sem vida numa residência em Neergabby, e as autoridades indicam que não há indícios de crime. Em comunicado, a família descreveu Virginia como uma “guerreira feroz contra o abuso sexual”, referindo que “o preço do abuso se tornou insuportável”. Cerca de um mês antes da sua morte, a 24 de março, Giuffre esteve envolvida num acidente de viação na Austrália, quando o carro em que seguia colidiu com um autocarro escolar. Na sequência do acidente, foi hospitalizada com prognóstico reservado e revelara que tinha apenas “quatro dias de vida”. Conhecida como uma das vítimas mais emblemáticas de Jeffrey Epstein e da sua cúmplice Ghislaine Maxwell, Giuffre alegou ter sido traficada pelo casal, incluindo para o príncipe Andrew, quando tinha apenas 17 anos — acusações que o duque de York sempre negou. Ainda assim, Giuffre desempenhou um papel importante, fornecendo provas que ajudaram na investigação e condenação de Maxwell. Natural dos Estados Unidos, Virginia vivia na Austrália, num subúrbio a norte de Perth, com o marido Robert e os filhos. Notícias recentes sugerem que o casal se tinha separado após 22 anos de casamento. Documentos judiciais tornados públicos em 2019 revelam que Giuffre conheceu Ghislaine Maxwell no início dos anos 2000, enquanto trabalhava como assistente de spa na propriedade de Donald Trump em Mar-a-Lago, na Flórida.

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