Promotores de eventos, técnicos, diretores, atores e músicos juntaram-se num vídeo que apela: “Adiem-nos, mas não nos cancelem agora”. “Estamos num momento único na vida de todos. A Cultura foi a primeira a ser parada e será provavelmente a última a poder retomar a sua atividade. Cancelar a cultura de um país é cancelar a sua memória, a sua alma, a sua identidade. Cancelar a cultura é matar a esperança”. A classe artística dirigiu uma carta ao Governo em que pede a criação de um fundo de emergência e o pagamento dos espetáculos e apresentações cancelados.


