Uma exposição com 86 obras do pintor António Cruz (1907-1983), que Manoel de Oliveira imortalizou, em 1956, no documentário “O Pintor e a Cidade”, vai ser inaugurada na segunda-feira, na Fundação Calouste Gulbenkian.
“António Cruz na Fundação Gulbenkian” é o título desta exposição da iniciativa da Cooperativa Árvore, com curadoria de Laura Soutinho, cuja inauguração está prevista para segunda-feira, às 18:30, na galeria de exposições temporárias da sede da fundação, ficando patente até 19 de outubro.
Pintor nascido no Porto, que se distinguiu como aguarelista, António Cruz foi considerado “inigualável” pela crítica, pela forma como transpunha para o papel a luminosidade da sua cidada natal.


