Sábado, Janeiro 17, 2026
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Iñaki Urdangarin arrisca ver bens penhorados por não pagar fiança

Como Iñaki Urdangarin não pagou a caução de 8,1 milhões de euros relativa ao caso Nóos no prazo que lhe tinha sido imposto, a ele e ao seu ex-sócio, o juiz instrutor do processo pediu uma relação dos seus bens susceptíveis de serem penhorados.

A lista de bens foi entregue pela defesa do Duque de Palma na sexta-feira, dois dias depois da data limite para o pagamento da fiança.

Entre os bens que podem ser penhorados encontram-se dois apartamentos de 65 metros quadrados com dois lugares de garagem e armazém em Palma de Maiora, comprados com empréstimos bancários no valor de 391.850 euros contraídos no BBVA; uma vivenda em Terrasa, em Barcelona, comprada por 231 mil euros, através da empresa imobiliária Aizoon (de que também era accionista a infanta Cristina); e o palacete de Pedralbes, em Barcelona, no qual gastaram mais de sete milhões de euros, o imóvel mais valioso do casal.

Contudo, como adianta o jornal
El Mundo, não é provável que a execução da penhora ocorra imediatamente, uma vez que Urdangarin recorreu da fiança que lhe foi imposta pelo juiz-instrutor José Castro.

O advogado de Urdangarin defende que foi violado o direito de defesa do seu cliente, pois alega que estão sempre a ser acrescentadas novas acusações ao seu processo, «esquecendo-se os princípios de acusação e contradição básicos nos procedimentos penais, e violando-se os direitos de defesa protegidos pela Constituição espanhola».

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