Quase duas semanas depois do seu desaparecimento, a 4 de Janeiro, continua a não existir qualquer rastro do bimotor onde viajava Vittorio Missoni e a mulher e dois amigos.
A Embaixada Italiana em Caracas reportou que um radar militar encontrou uma «marca» a grande profundidade no oceano mas não se pode confirmar tratar-se do avião desaparecido.
Ainda segundo foi divulgado pelas autoridades, a licença do piloto, de 72 anos, do avião em que viajava Missoni, expirara no dia 30 de Novembro de 2012 e a companhia aérea encontrava-se em situação irregular.
Embora estes dados pareçam ir de encontro à tese de afundamento, várias vozes insistem que se tratava de um dos pilotos mais experientes e respeitados de Los Roques.
A família de Vittorio Missoni tem chamado a atenção para a possibilidade do grupo ter sido vítima de rapto.
A adensar a tese de rapto, o filho de Guido Foresti, um dos desaparecidos, divulgou ter recebido uma mensagem de telemóvel do pai, dois dias depois do desaparecimento, que dizia: «Liga agora, estamos contactáveis». Contudo, a companhia telefónica não consegue especificar a data em que foi escrita a mensagem, pondo-se a hipótese de ser anterior à partida de Los Roques.
As autoridades não parecem crer na hipótese de rapto já que nenhum resgate foi pedido.


