Terça-feira, Janeiro 20, 2026
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Fundação Portuguesa de Cardiologia alerta para cuidados preventivos

Quatro em cada dez mortes registadas em Portugal devem-se a doenças cardiovasculares, mas a maioria poderia ser evitada com um estilo de vida saudável, alerta a Fundação de Cardiologia que hoje vai tentar sensibilizar a população.

O Dia Mundial do Coração celebra-se hoje em todo o mundo e, em Portugal, a Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC) vai levar a cabo iniciativas em várias cidades para chamar a atenção da população que existem formas simples de evitar as doenças cardiovasculares, como a prática de exercício físico ou a adoção de uma alimentação saudável.

Juntamente com os serviços municipalizados de Sintra, a FPC organiza um conjunto de atividades: Durante toda a manhã serão realizados rastreios de saúde, tensão arterial, frequência cardíaca e índice de massa corporal, além de um passeio pedestre com uma extensão de quase dois quilómetros.

Em Coimbra, também em parceria com a autarquia local, a fundação assinala o Dia Mundial do Coração com uma caminhada pela cidade para alertar para a importância da adoção de hábitos de vida saudáveis, como deixar de fumar e proteger os não fumadores do fumo.

A efeméride também será celebrada em Odivelas, com várias atividades que pretendem sensibilizar para a importância de fazer exercício físico, ter uma alimentação saudável e não fumar.

O presidente da FPC, Manuel Carrageta, lembra ainda a necessidade das pessoas “conhecerem os seus números”.

¿As pessoas devem medir a pressão arterial, os níveis de colesterol e glicose, assim como saber qual o seu peso e massa corporal. Através destes dados é possível calcular os riscos de vir a sofrer um acidente cardiovascular¿, alertou o presidente da FPC, lembrando que as mulheres com mais de 50 anos e os homens com mais de 40 devem realizar exames periódicos de saúde.

Todos os anos morrem em Portugal 20 mil mulheres e 16 mil homens vítimas de doenças cardiovasculares, um número que, no futuro, poderá disparar devido ao estilo de vida das crianças, alertou ainda o cardiologista, lembrando que a má alimentação e falta de exercício físico está a aumentar os casos de obesidade infantil.

Lusa

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