Os fundamentalistas islâmicos estão a criar perfis de «mulheres atraentes» no Facebook para depois tentarem seduzir as tropas estrangeiras através de pedidos de amizade. Quando a relação é estabelecida, o grupo terrorista islâmico usa os perfis dos soldados para descobrir informações classificadas, como a sua localização.
O governo australiano encomendou um estudo no qual se conclui que quase 60 por cento dos soldados que estão no Afeganistão não têm conhecimentos suficientes das redes sociais para reconhecer perfis falsos. O mesmo estudo revela que as tropas são iludidas pelas supostas garantias de privacidade dos média socias.
A troca de informações pública entre os militares e os familiares também é considerada uma ação de risco, pois pode ajudar os talibãs a definir alvos de ataques terroristas.


