O número de países no mundo que proíbe os castigos corporais em crianças aumentou para 32, de acordo com um relatório anual de uma organização não governamental (ONG) de defesa dos direitos das crianças.
A «Global Initiative To End All Corporal Punishement on Children» (Iniciativa Global Para Acabar com Todos os Castigos Corporais em Crianças, na tradução livre para português) divulga que são agora mais de três dezenas os países que proíbem totalmente os castigos corporais nas crianças.
Apesar da subida, em 2011 o Sudão do Sul foi o único país a aderir. No ano anterior a lista tinha aumentado com a entrada da Tunísia, Quénia, República do Congo e da Polónia. Portugal aderiu em 2007. A Suécia foi o primeiro país a fazer parte da lista, em 1979.
A República do Congo, Quénia, Tunísia, República do Sudão do Sul e a República do Togo são atualmente os países africanos que fazem parte da lista, de acordo com a informação disponível no sitio da internet da ONG.
Para além dos atuais 32, outros 23 estados estão «empenhados» na proibição total ou estão a debater «ativamente» medidas proibicionistas no Parlamento. Entre eles estão o Afeganistão, o Brasil, o Peru e a Sérvia.
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