A Europa enfrenta este domingo um dia decisivo com eleições em França, na Grécia, na Sérvia, na Alemanha e em Itália. É nos primeiros dois países que as atenções se concentram com a possível viragem à esquerda dos franceses e as consequências que daí podem vir para a política económica europeia. Uma vitória de Hollande deverá significar um incremento nas políticas de crescimento e investimento e algum recuo nas medidas de austeridade.
Uma notícia que seria bem vinda para os gregos, que também vão a votos, mas no contexto diferente. Se na França os dois principais partidos continuam a liderar as possibilidades de vitória, na Grécia estas serão as eleições mais participadas dos últimos 60 anos, com vários partidos com possibilidade de chegar ao Parlamento. As sondagens dão para já primazia ao partido da Nova Democracia.
Esta manhã, as assembleias de voto abriram em França para a segunda volta das eleições presidenciais. Cerca de 46 milhões de eleitores são chamados às urnas para escolher entre Nicolas Sarkozy, candidato à reeleição, e o socialista François Hollande, que as sondagens apontam como vencedor.
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