A ex-primeira-ministra ucraniana Julia Timoshenko, presa e em estado de grande debilidade na sequência de uma greve de fome, aceitou hoje ser tratada por um médico alemão num hospital da Ucrânia, informou o chefe da clínica Charité, de Berlim.
«Timoshenko deu o seu consentimento preliminar para ser hospitalizada a partir de terça-feira num hospital de Jarkiv, onde um médico da Charité começará imediatamente um tratamento com o apoio de médicos ucranianos», afirma a declaração dos médicos.
Julia Timoshenko, que está presa desde agosto, iniciou uma greve de fome na prisão para denunciar, entre outras coisas, a violência da qual foi alvo na prisão.
Julia Timoshenko, de 51 anos, foi condenada em outubro a sete anos de prisão por abuso de poder.


