Os advogados de Conrad Murray informaram, esta terça-feira, que o médico não irá testemunhar durante julgamento.
Ed Chernoff, advogado de defesa de Murray, entregou ao juiz Michael Pastor a lista de testemunhas que serão chamadas a depor nos próximos dias numa tentativa de desacreditar a versão apresentada pelo ministério público.
Esta terça-feira foi ouvido o testemunho da enfermeira de Michael Jackson que tratou do rei da pop dois meses antes do falecimento.
Cherilyn Lee admite que tentou tratar a insónia do rei da Pop com produtos naturais até que o artista se cansou e pediu medicamentos.
«A única coisa que é capaz de ajudar-me é Diprivan (uma marca de propofol). Os remédios naturais não funcionam» terá dito Jackson à enfermeira em abril de 2009.
Cherilyn recusou-se a aplicar propofol e disse ao artista que qualquer pessoa que se preocupasse verdadeiramente com ele nunca aplicaria o anestésico.
Murray admitiu ter administrado propofol a Jackson horas antes de sua morte, a 25 de junho de 2009, apesar de advogados referirem que a dose aplicada não era letal.


