Sábado, Janeiro 10, 2026
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Em noite de estreia, Bruno Nogueira recebe o carinho da namorada e dos pais

Longe do registo humorístico a que nos tem habituado, Bruno Nogueira revela o seu outro lado em «Azul Longe nas Colinas», um texto de Dennis Potter, adaptado e encenado por Beatriz Batarda, cuja estreia aconteceu no dia 10, no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa.

Em «Azul Longe nas Colinas», Albano Jerónimo, Bruno Nogueira, Dinarte Branco, Elsa Oliveira, Leonor Salgueiro, Luísa Cruz e Nuno Nunes mostram-nos o mundo através dos olhos das crianças. Sete amigos que têm por hábito brincar num bosque perto de casa e que, como tantos outros, reproduzem aquilo que pensam ser a vida dos adultos e descobrem também a violência que os rodeia.

«A infância é a base daquilo em que nos transformamos, é a matriz de tudo. Se nos correr bem, em adultos estamos e somos bem resolvidos. Se nos correr mal, há sempre fantasmas para resolver…», afirmou Bruno Nogueira no final do espetáculo, que não deixou ninguém indiferente.

E em dia de estreia, o ator contou na plateia com a presença de três pessoas muito especiais: a namorada, a atriz Maria Rueff, e os pais, Maria Luísa e Belmiro Nogueira.

«É muito importante ter aqui a minha família e sentir essa energia», confessou, visivelmente feliz com os aplausos recebidos no fim da peça.

«Não pretendia provar nada a ninguém, apenas superar este desafio. Sabia que o risco era tanto meu como da Beatriz Batarda, ao convidar-me para interpretar este papel. Mas é muito bom tentar desconstruir a imagem que os outros têm de nós», afirmou.

Maria Rueff também se mostrou feliz, e sublinhou que naquela noite estava ali não como atriz: «Estou aqui como namorada e para ser surpreendida», disse.



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