Millicent Gaika foi violada violentamente durante cinco horas por um homem que a queria «curar» do lesbianismo.
No entanto, apesar do ato de violência brutal, a justiça não atuou perante esta «violação corretiva» e o autor do crime continua à solta.
Na África do Sul, as «violações corretivas» são prática recorrente para «corrigir» a orientação sexual, entre outras formas mais brutais.
As imagens de Millicet Gaika estão a ser divulgadas pelo mundo, assim como os detalhes do ataque, pelas associações de proteção dos direitos humanos.
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