Quinta-feira, Janeiro 22, 2026
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36 vozes do Coro Gulbenkian cantam a Liberdade a partir das suas casas

Um poema de Sophia Mello Breyner Andresen, extraído da obra «Mar novo» (1958), serviu de inspiração ao coralista Miguel Jesus para compor a peça que cantada por 36 vozes do Coro Gulbenkian , a partir das suas casas, até que as portas do Grande Auditório se voltem a abrir.

“Uma forma diferente de celebrar esse “dia inicial inteiro e limpo”, como lhe chamou a poeta, até voltarmos ao desejado momento em que ouviremos o Coro e a Orquestra Gulbenkian, tal como sempre gostámos de ouvir: ao vivo!”, refere a instituição.

Liberdade II
Sophia Mello Breyner Andresen

Aqui nesta praia onde
Não há nenhum vestígio de impureza,
Aqui onde há somente
Ondas tombando ininterruptamente
Puro espaço e lúcida unidade,
Aqui o tempo apaixonadamente
Encontra a própria liberdade
 
In “Mar novo”, 1958

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